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Mostrando postagens de Novembro, 2016

Andorinhões quebram recorde ao voar por 10 meses sem pousar

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Essas aves gastam a maior parte de suas vidas com as asas abertas.

Por Ramin Skibba para a Nature.
Traduzido por Wesley Santos para o Do Nano ao Macro.


Alguns andorinhões gastam 10 meses voando sem nenhuma pausa durante esse tempo, batendo um recorde de voo que invejaria Amelia Earhart[1] e Charles Lindbergh[2]. Pesquisadores reportaram esses longos voos, que ocorrem durante a migração dessas aves entre a Escandinávia e a África central, em um artigo publicado dia 27 de outubro de 2016 no periódico Current Biology.
Ornitólogos e observadores de pássaros especularam sobre as proezas da longa distância dos andorinhões comuns (Apus apus) desde a década de 1960. Pessoas viam esses pássaros encherem os céus da Libéria, por exemplo, mas não encontravam nenhum ninho ou espaço para repouso para esses pássaros pousarem.
Os cientistas usaram tags que possuíam pequenos registradores de dados e acelerômetro que eram presos nessas aves de 40 gramas para registrara suas rotas e atividade de voo duran…

Um clique para a natureza!

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Macacos-aranha (Ateles sp) dormindo durante uma tarde chuvosa na Fundação Jardim Zoológico de Brasília (Zoo Brasília) no começo de outubro de 2016 durante uma visita técnica que realizei para meu projeto de doutorado.
Imagem feita por mim, protegido por Creative Commons (CC).

[vídeo] Animais extintos

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Desde o alvorecer da humanidade a nossa espécie se tornou especialista em modificar o ambiente ao seu bel prazer. Isso começou a ocorrer por volta de 12 a 10 mil anos atrás, quando o homem começou a cuidar de animais e a plantar pela primeira vez. A Revolução Agrícola permitiu que o homem se assentasse, construindo grandes conglomerados de pessoas que antes seria impossível de manter.
A prática de caçar animais persistiu na espécie humana, mesmo não tendo mais a necessidade de caçar o alimento graças à pecuária. Caçar animais para usá-los em práticas religiosas diversas, como divertimento ou como um alimento exótico sempre foram considerados normais. Infelizmente essas práticas trouxeram o fim para muitas espécies.
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A maior parte da vida biológica se adaptou a uma determinada condição do ambiente. Os ursos- polares, por exemplo, uma espécie vulnerável[1], se adaptou ao ambiente gélido do ártico. O mico-leão-dourado, em perigo de extinção, são encontrados na Mata Atlântica. Os po…