A natureza do som, do Symphony of Science

Para a maioria de nós que ouvimos normalmente (ou tão próximo do normal), acabamos ignorando e ficando totalmente indiferentes aos sons que nos cerca - desde o arrastar da cadeira em que estamos sentados, do ar passando pelos septos nasais quando respiramos profundamente, dos carros passando na rua e dos pássaros assoviando alegremente. Apesar disso, provavelmente, você pode ter parado brevemente a leitura desse texto para prestar atenção aos sons ao seu redor. Não ache que estou bancando o sabichão: somos assim mesmo. Também sou assim.

O som tem teve suas propriedades estudadas ainda na Idade Média quando o padre francês Marin Mersenne publicou o primeiro trabalho sobre algumas propriedades do som na música, em 1636. Por conta disso, Mersenne é considerado o pai da acústica. De lá para cá muita coisa avançou e hoje o som não é mais um desconhecido por nós. Hoje nós o manipulamos de tal forma que podemos obter imagens a partir do som[1].

O Symphony of Science, um projeto muit legal que já falei diversas vezes aqui no blog, resolveu contar um pouquinho sobre a natureza do som em seu mais novo vídeo, que sai do forno depois de dois anos do último vídeo sobre o universo.


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[1]: o ultrassom é um exemplo de como o entendimento da física do som permite criar coisas que, a princípio, parecem excludentes. O ultrassom são sons em uma frequência maior que 20 mil Hertz (Hz), que é o limite que o ouvido humano consegue captar. Hoje, o ultrassom é muito utilizado em equipamentos para geração de imagens internas do corpo, como em lesões e em gravidez.

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