Os monstros do universo!


E mais uma linda música do Symphony of Science sai do forno. Dessa vez ele embarca nos mistérios do monstro do universo: o buraco negro. Uma as coisas mais interessantes, bizarras e incríveis que existem no universo. Imagine um ponto extremamente denso, que distorce o espaço-tempo tão fortemente que nada que entrar no campo gravitacional do buraco negro consegue escapar. Nem mesmo a luz o consegue.

O buraco negro gera uma certa dificuldade em ser observado diretamente (visto que ele é negro (não apenas no espectro visível mas em todas as frequências eletromagnéticas, o que o torna invisível para ser detectado por instrumentos que capturem tais frequências[1]) mas pode ser observado indiretamente. Devido a sua grande gravidade, o buraco negro acaba influenciando a trajetória de corpos celestes que estão muito próximos dele. Através de métodos indiretos foi possível saber que existe um buraco negro no centro de nossa galáxia, a Via Láctea.

Depois dessa breve apresentação, nada como curtir um pouquinho a música das galáxias.


Informações extras:
[1]: o eletromagnetismo é uma ampla faixa de frequências que incluem o espectro visível (aquilo que nossos olhos conseguem captar; o que chamamos de luz visível). Mas a luz visível é apenas uma parte da enorme quantidade de frequências que existem. Frequências inferiores ao vermelho (uma das 'pontas' do espectro vísivel são o infravermelho, micro-ondas e ondas de rádio. Ondas superiores ao violeta (outra 'ponta' do espectro visível) são o ultravioleta, raios X e raios gama. As demais frequências não visíveis pelos olhos humanos são captadas usando tecnologia criada pelos humanos. Talvez a mais simples que podemos citar são os rádios e TV's que captam ondas de rádio (que são criadas pelos humanos, inclusive). Os astrônomos possuem a sua disposição telescópios que capturam imagens do universo através da luz visível ou de qualquer outra frequência de interesse.

A imagem do buraco negro é uma concepção artística por ~StarSeekervds em seu deviantART.

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